Sondagem PoliticamenteIncensuravel: Luís Montenegro devia demitir-se? - 28/02/2025 & 02/03/2025 | (O Impacto da entrevista de Luís Montenegro)

Antes de iniciar a análise da sondagem, é importante destacar que ela foi direcionada exclusivamente aos seguidores do canal Politicamente Incensurável no Instagram. Para contextualizar os resultados obtidos, é fulcral recorrer à sondagem realizada no dia 27/02/2025, que revela a orientação política dos nossos seguidores. Os apoiantes do CHEGA representam a maior fatia, correspondendo a aproximadamente 61% dos seguidores, seguidos por cerca de 22% de apoiantes da Iniciativa Liberal (IL) e em torno de 14% da Aliança Democrática (AD). Em contraste, sensivelmente 3% dos seguidores se identificam com quadrantes de esquerda.

Deveria Luís Montenegro demitir-se? (Antes e depois da entrevista em %)
Deveria Luís Montenegro demitir-se? (Antes e depois da entrevista em termos absolutos)

Deveria Luís Montenegro demitir-se?

Total de inquiridos: 3138 (Antes) e 1823 (Depois)
Sondagens realizadas a: 28 de fevereiro (Antes) e 2 de março (Depois) — [Duração de 1 dia]

De acordo com os dados apurados na sondagem, a opção mais escolhida entre os inquiridos foi "Sim", com 45,75% dos votos após a entrevista, representando uma ligeira subida face aos 42,89% registados antes da mesma. Em seguida, surge a resposta "Não", com 39,39% dos votos após a entrevista, uma ligeira descida em relação aos 41,30% registados anteriormente. Por outro lado, a opção "Não sei/Não tenho opinião" manteve-se praticamente estável, passando de 15,81% antes da entrevista para 14,87% depois, demonstrando que a entrevista teve um impacto reduzido na alteração das indecisões dos inquiridos.

Variação líquida dos dados coletados na comunidade

Tal como se pode verificar através do resultado destas sondagens e da infografia acima, a entrevista contribuiu para uma pior imagem mediática de Luís Montenegro, reforçando a perceção negativa entre os que já defendiam a sua saída. Em vez de esclarecer dúvidas ou fortalecer a sua posição, a sua intervenção gerou ainda mais incerteza ou, no mínimo, não conseguiu reverter as opiniões desfavoráveis.

No geral, a entrevista não surtiu o efeito desejado e fragilizou ainda mais a posição do Primeiro-Ministro perante esta comunidade.

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