Com o objetivo de avaliar a evolução das preferências eleitorais entre os seguidores da página Politicamente Incensurável, foi realizada uma nova sondagem para identificar possíveis mudanças desde o último inquérito, efetuado a 3 de novembro de 2024.
A iniciativa pretende traçar um perfil político atualizado da comunidade, analisando quais os partidos que ganharam ou perderam apoio ao longo dos últimos meses. O inquérito surge num momento de crescente debate político, no qual as dinâmicas partidárias podem refletir alterações na perceção do eleitorado.
Os resultados desta nova sondagem serão fundamentais para compreender a tendência dos seguidores e avaliar se há uma consolidação das preferências ou uma redistribuição dos votos entre as diferentes forças políticas. Esta sondagem, à semelhança da realizada no dia 3 de novembro, servirá como base para a interpretação dos diversos inquéritos promovidos pela página. Como a análise das preferências partidárias do nosso eleitorado é um elemento central na leitura das sondagens que realizamos, dado sermos uma página com um público predominantemente de direita, esta atualização permitirá ajustar e contextualizar os resultados obtidos em futuras consultas.
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| Se fosse hoje, em quem votarias? |
Total de inquiridos: 3403
Sondagem realizada a: 27 de fevereiro (Duração de 1 dia)
De acordo com os resultados da sondagem, 60,74% dos seguidores da página identificam-se com o partido CHEGA, enquanto 22,16% expressaram intenção de voto na Iniciativa Liberal. A Aliança Democrática (PSD/CDS) reúne o apoio de 14,19% dos inquiridos, ao passo que os partidos da esquerda portuguesa (PS, PCP, BE, LIVRE e PAN) somam, no seu conjunto, 2,91% das preferências.
Comparação com a sondagem de 03/11/2024
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| Variação do eleitorado da página Politicamente Incensurável |
A análise comparativa das duas sondagens revela um crescimento do eleitorado de centro-direita (AD), registando uma subida de 1,19 pontos percentuais na comunidade. Em contrapartida, a maior perda de apoio em termos proporcionais verificou-se entre a franja que se identifica com a esquerda.
O apoio ao CHEGA registou um ligeiro aumento de 0,74 pontos percentuais, ao mesmo tempo que a Iniciativa Liberal apresentou uma contração de 0,84 pontos percentuais na amostra dos inquiridos.
Do ponto de vista da página, seria expectável um crescimento do eleitorado de esquerda, tendo em conta a defesa de valores libertários e a primazia da liberdade individual no contexto social. No entanto, continua a verificar-se uma considerável dificuldade em atrair pessoas deste quadrante político, face à progressiva radicalização da esquerda.

