André Ventura: A Única Escolha Pela Liberdade e Contra o Socialismo em Portugal

Porque vou votar em André Ventura

Porque vou votar André Ventura - Opinião do Cronista Tuga Desobediente


Vai haver direitistas a votar nos socialistas, nomeadamente no António Seguro. Ridículo. Aristóteles discutiu isto, chamou-lhe a lei das contradições. Duas proposições opostas não podem complementar uma à outra. Uma bola não pode ser simultaneamente redonda e também retangular. E a partir disso, ele desenvolveu o primeiro princípio, a base de todo o conhecimento e investigação. Um socialista não pode (nem nunca conseguira) simultaneamente defender a liberdade com políticas autoritárias. Os socialistas desde 74 a defenderem o "socialismo com liberdade" é a forma mais pura de manipulação oxímorónica. E por essa razão, porque o socialista e o seu ponto de partida são ilógicos e contrários à realidade, as suas conclusões estarão sempre erradas. Mesmo que um charlatão proclame uma verdade, isso não indica que ele esteja correto.

Estes fatores sozinhos tornam André Ventura muito superior a todos os outros candidatos juntos, que prometem a perpetuação da monotonia, dando continuidade à fuga de cérebros dos nossos jovens, a criminalidade e a destruição económica com o estatismo. Admito que inicialmente considerei votar em João Cotrim de Figueiredo, no entanto, rapidamente me lembrei de que ele defende publicamente a Bruxelas globalista, como enviar jovens portugueses a derramar sangue nas trincheiras da Ucrânia (sim, a Rússia é totalmente culpada pelo conflito e deve ser julgada, no entanto, não é nossa responsabilidade e Ventura descartou a opção de envolver militarmente Portugal naUcrânia). Mais repugnante ainda é a defesa de Cotrim de que não se deve ser português para se tornar Presidente da República, uma porta aberta para a islamização das nossas instituições! Repugnante. Portugal pode muito bem fechar as portas como nação e entregar o nosso território aos descendentes bárbaros de Mohammed.

Para um partido que se declara Liberal - mas envergonhado de se rotular de Direita - faz um péssimo trabalho ao honrar os legados de Ludwig Von Mises e Murray Rothbard. Estão demasiado receosos de ser rotulados como de radicais, extremistas, colados ao Ventura – até foram tímidos em parabenizar a vitória de Javier Milei na Argentina. Queremos um presidente fraco, com medo de dizer o que pensa e de se opor ao governo em nome da estabilidade artificial?

Mas o maior perigo do IL e de Cotrim é a sua visão secularista, o relativismo em relação ao cristianismo. O mercado livre não pode sobreviver sem um vácuo cultural, sucumbindo rapidamente um povo inteiro à indiferença que os socialistas promovem – pois os esquerdistas são os arautos da destruição.

A singularidade de cada região, desde a indústria têxtil rica de Minho, passando pelos vales vinícolas do Douro, até às montanhas das Serras, os campos planos do Alentejo e o calor abrasador do Algarve que abençoa os turistas com queimaduras de sol. Ou as cidades costeiras do Porto, Aveiro e Lisboa, de frente para o Atlântico, uma varanda aberta sobre o infinito que alargou os horizontes comerciais de todo o mundo. Todas essas diferenças internas tornam Portugal numa nação distinta.

Apesar das nossas dificuldades, somos um povo trabalhador, amplamente respeitado pelo nosso esforço no exterior, todos tocados pela memória melancolia da terra natal, uma oportunidade de recuperar a nostalgia (a nossa saudade) da juventude, de um passado feliz. Mas o futuro já não é tão incerto, graças à chegada do André Ventura.

Esta não é uma defesa messiânica de Ventura. Como todos os homens, ele está sujeito a errar e deve ser responsabilizado por quaisquer erros sob a sua vigilância. Mas, o seu ponto de partida, os princípios fundamentais por trás das suas crenças, é a defesa de Portugal, a proteção dos nossos valores culturais contra os horrores invasivos do multiculturalismo, e a preservação da liberdade, que foi corroída por décadas de burocratismo que se alimenta parasitariamente das forças produtivas da sociedade.

Não é um novo Portugal que ele promete, não pretende revolucionar a nação, nem é um tradicionalista equivocado (como muitos que pregam contra o mercado livre), mas apenas restaurar os ideais eternos de uma nação ao mesmo tempo homogénea e heterogénea. E as suas ambições por um sistema presidencialista, inspirado nas experiências do exemplo americano, constituirão uma alternativa sólida tanto à democracia de massas quanto ao monarquismo, sendo o quadro político mais viável para defender a família, a liberdade, a propriedade e Deus.

No dia 18 de janeiro, os portugueses têm duas escolhas a fazer: continuar a votar pela servidão ou optar pela liberdade. Só a liberdade fará Portugal grande outra vez. Make Portugal Great Again!

Politicamente Incensurável

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