Porque Votar em André Ventura e no CHEGA é a Opção pela Liberdade?

Ventura versus Seguro, Liberdade ou Servidão

Porque votar em André ventura é a opção pela liberdade? Opinião do cronista Tuga Desobediente

Portugal encontra-se num encruzilhado como nunca na sua história: uma nação profundamente dividida em segmentos da população: aqueles que desejam o seu rejuvenescimento e aqueles que desejam condenar o país à servidão. Votar em Ventura é a opção pela liberdade, Seguro é a personificação da decadência institucionalizada que caracteriza Portugal há décadas. Um voto em Seguro fortalece a pegada globalista e a destruição dos nossos patrimónios culturais.

Podemos confiar no voto social-democrata? Improvável, pois ao contrário da narrativa em curso de que temos uma maioria de direita no parlamento, os sociais-democratas sempre foram um partido de esquerda. Sá Carneiro, que pereceu a lutar por um estado engrandecido, pintou um quadro do que queria para a sua pátria, uma Portugal socialista que, descartando o capitalismo, faria uma transição pacífica para o socialismo, onde o lucro seria substituído pela solidariedade e pela interajuda (p.258, Por uma social-democracia portuguesa, 1975, Publicações Dom Queixote), com todos os líderes subsequentes a seguir o seu legado, mas todos os esquerdistas se esquecem de uma regra básica: não podemos diminuir a pobreza sem gerar riqueza.

O PS e o PSD já demonstraram mais do que o suficiente, para além da sua retórica vazia, que são incapazes de gerir a economia ou de defender os portugueses contra a africanização e islamização combinadas – formas inferiores de civilização – nos nossos modos de vida. Isso não é racismo, é um facto objetivo. A moderação é a ausência de firmeza ideológica, a vacuidade de um sistema de crenças convida a todos os tipos de problemas ao nosso quintal. A direita nunca residiu no PSD, porque todos foram pragmatistas, cometendo todos os pecados para parasitar sobre o corrupto e o edificado babilónico que construíram para nos roubar.

Nem o IL, com Cotrim de Figueiredo a expressar até admiração por Cavaco Silva, que reforçou a omnipotência do Estado, aumentou a despesa pública de 44,8% para 52,6% e aprofundou ainda mais o nosso envolvimento no quadro do federalismo europeu, onde Bruxelas, como o Big Brother, vigia os nossos movimentos, entranhando-se em todos os aspetos da nossa vida pública e privada. A pior piada da noite é Cotrim de Figueiredo condenar Montenegro por, e cito, "não esteve à altura do legado de Sá Carneiro" (O QUE É QUE ISTO SIGNIFICA? O “LIBERAL” É MAIS SOCIALISTA DO QUE O SÁ CARNEIRO QUE EU DESCREVI?!).

Existe um ditado em inglês que diz: "right is right and left is wrong". Chega é o único partido de direita, é a opção "certa" para governar os destinos de Portugal.

É o único partido que luta para se emancipar da tirania de Bruxelas – por proxy dos globalistas – o único partido que deseja dignificar os interesses e o bem-estar da população, combatendo os vícios dos políticos e os seus vitalícios, o capitalismo de compadrio entre o Estado e os grandes negócios – burocratas bem pagos a administrar em nome dos governantes. Os traidores estão com a esquerda, tentando isolar o partido porque ele é um perigo para a "democracia" (os seus modos de vida caros), mas os verdadeiros patriotas estão com André Ventura e crescemos em número.

50 anos depois e o povo unido está arrependido, e com o CHEGA, existe a hipótese de redenção, para livrar-nos do estatismo e do socialismo de uma vez por todas. O mal do socialismo não começa no 1. O momento em que o 0 se transforma em 1 é o momento em que ele ganha vida. O 1 transforma-se em 2, o 2 em 10 e o 10 em 100. Para nos desligarmos verdadeiramente desta filosofia diabólica, é necessário empurrar o pensamento socialista para fora da economia – o sustento da nossa vida – de volta ao 0, para que não continue a prejudicar a Lusitânia. Escrevo estas palavras porque amo o meu país e as minhas palavras irão vibrar nos corações de muitos que as lerão nos próximos dias e talvez reacendam o zelo patriótico submerso na consciência oceânica de outros.

Avante Lusitânia! Viva a luta pela liberdade! Viva a nossa gente!

Politicamente Incensurável

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