A Democracia Não É o Santo Graal da Nação

A Democracia Não É o Santo Graal da Nação

Artigo de opinião de Estudante Nacionalista

Durante décadas, fomos levados a acreditar que a Democracia Liberal representa o zénite da civilização política - uma espécie de "fim da História", no sentido em que, estabelecido o atual regime, todos os problemas sanar-se-ão. Esta crença, repetida como um dogma, tornou-se numa ideologia dominante, no sentido mais profundo do termo definido por Karl Marx: um conjunto de ideias que legitima e perpetua uma determinada ordem social - neste caso, o status quo globalista, materialista e decadente.

Marx, ainda que profundamente errático em relação aos seus objetivos Comunistas (leia-se; abolir as classes, os Estados e a propriedade privada dos meios de produção), acertou ao identificar o papel das ideologias como ferramentas de controle. Curiosamente, o que ele atribuía ao capitalismo do seu tempo, aplica-se hoje ao regime Democrático Liberal: uma superestrutura que serve para ocultar as verdadeiras relações de poder, mantendo o Povo na ilusão de que participa, de que escolhe, de quem governa.

Na realidade, o Cidadão moderno é um espectador passivo. Vota em partidos diferentes que seguem a mesma agenda: aberta às fronteiras, rendida ao capital financeiro apátrida, submissa aos ditames das organizações supranacionais e indiferente à identidade cultural e espiritual dos Povos. O sufrágio universal transforma-se num rito de confirmação do sistema (e do regime, leia-se de passagem), e não numa via de transformação genuína.

A Democracia Liberal, com a sua obsessão pela igualdade abstrata, destrói as hierarquias naturais, dilui os Valores Nacionais e corrói as Tradições. Sob o disfarce de pluralismo e Direitos Humanos, esmaga a Soberania, dissolve a Nação e atomiza-a, tornando-a massa informe, fácil de manipular.

Importa dizer claramente: a Democracia não é, nem nunca foi, o Santo Graal da Nação. O seu prestígio não provém da sua eficácia, mas sim da sua utilidade como instrumento ideológico. Serve os interesses de uma elite cosmopolita que vive acima das fronteiras e que vê na Democracia um meio de domesticar as Pátrias, de adormecer consciências, de enfraquecer resistências.

O Nacionalismo de Direita tem de rejeitar esta ilusão, e não se render logo às primeiras burocracias de Bruxelas.  Acredita num regime que não se baseia em números, mas em princípios; não em votos momentâneos, mas em verdades permanentes. Um regime onde o Estado serve a Nação - não o mercado, não os lobbies estrangeiros, não o sentimentalismo Progressista.

A verdadeira legitimidade política nasce do enraizamento na terra, na Cultura e na História. Não de urnas manipuláveis, nem de Parlamentos convertidos em teatros.

A Nação não precisa de mais eleições para escolher quem mais nos dilacera: precisa de Ordem, de Autoridade, de genuína Independência, a despeito de palmadinhas nas costas dos amigos de António Costa e companhia. Precisa de Líderes que a defendam com coragem e não de políticos que a vendam com promessas vazias.

A Democracia é uma ilusão confortável; mas quem ama verdadeiramente a Nação não se deixa seduzir por cantilenas destas.

Politicamente Incensurável

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