João Cotrim de Figueiredo: O Futuro que Honra o Passado
Portugal foi outrora um país audaz. No século XV, um pequeno país banhado pelo Atlântico atreveu-se a pensar para além do que se acreditava ser possível. Arriscámos quando outros se conformaram. Partimos quando outros hesitaram. Lutámos quando outros se resignaram. E assim, tornámo-nos grandes.
Hoje, e para tristeza de milhões de portugueses, não somos mais esse país. Vivemos num país conformado, avesso ao risco e assombrado pelo medo de falhar. Vivemos resignados à mediocridade, onde o mérito é preterido em lugar do compadrio, o empreendedorismo é visto com desconfiança e os jovens emigram em busca de melhor qualidade de vida.
Os portugueses deixaram de se rever neste Portugal. Amar o país tornou-se sinónimo de aceitar sem reclamar, escolher sem exigir e permanecer calado para garantir uma falsa (e cómoda para alguns) estabilidade.
Portugal está doente e precisa de uma cura eficaz e duradoura.
Não precisamos do status quo, nem do politicamente correto, que nos têm adormecido e impedido de nos desafiarmos. Não precisamos de extremismos, gritos ou frases feitas. Precisamos de mais conhecedores do Mundo real, de mais fazedores, de mais ousadia e de menos entraves.
João Cotrim de Figueiredo junta tudo aquilo de que precisamos: o inconformismo sem extremismo, o pragmatismo sem oportunismo, o otimismo sem ingenuidade, a experiência da vida real, dentro e fora da política, e a visão reformista assente na liberdade, na responsabilidade e no mérito.
João Cotrim de Figueiredo é a “mudança necessária na dose certa”.
Dia 18 será histórico. No dia 18, todos juntos, com a coragem do nosso povo e a competência de João Cotrim de Figueiredo, escreveremos uma bonita página na história do nosso Querido Portugal.
